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Ginecologia Minimamente Invasiva
O que é?

Na Clinica Ayroza Ribeiro buscamos oferecer mais saúde, respeito e qualidade no tratamento das mulheres.

Aqui, o conceito da Ginecologia Minimamente Invasiva floresceu desde o princípio de nossa especialização e pode ser sentido em todos os aspectos da nossa prática diária, desde o cuidado de nossas pacientes até a escolha dos melhores métodos diagnóstico e das terapias menos invasivas.

Tratamento na Clínica

A seguir, uma lista com os principais métodos para os tratamentos disponibilizados na clínica:

  • • Videolaparoscopia Diagnóstica e Cirúrgica;
  • • Videohisteroscopia Diagnóstica e Cirúrgica;
  • • Cirurgia Reprodutiva Minimamente Invasiva;
  • • Reversão de Laqueadura;
  • • Terapia do Balão Térmico para Sangramento Uterino;
  • • Reconstrução do Assoalho Pélvico;
  • • Cirurgia da Incontinência Urinária.

Mioma Uterino
O que é?

Miomas ou fibromas são tumores benignos do útero, consistindo em uma desordem hormonal que causa um enovelamento das fibras musculares e assim, forma nódulos nesse órgão. Geralmente, localizam-se no trato genital. Possuem uma coloração esbranquiçada e sua consistência é firme. Em sua maioria, os miomas são múltiplos.

Fibroma é uma doença que afeta cerca de 50% das mulheres, em sua maioria de pele negra. Outros fatores que elevam a propensão do desenvolvimento do mioma são a obesidade e a nuliparidade (não ter filhos).

O estrogênio é o principal causador dessa doença. Por isso, a maior incidência de miomas ocorre no período máximo da reprodutividade feminina, até a chegada da menopausa.

Sintomas

A maioria das mulheres não apresentam os sintomas da doença, mas dependendo do tamanho, da quantidade e da localização do mioma é possível apresentar os seguintes sintomas:

  • • Sangramento uterino anormal;
  • • Pressão na bexiga;
  • • Dor no abdômen;
  • • Dor lombar;
  • • Dificuldade para engravidar;
  • • Dor pélvica com hemorragia.
Tratamento na Clínica

Fale com nossos profissionais e tire todas as suas dúvidas sobre o Mioma Uterino.

Estamos 100% preparados para abordar e auxiliar nas principais dúvidas de nossas pacientes, tais como:

  • • Qual a incidência?
  • • Quem tem?
  • • Quais os tipos de Mioma?
  • • Quais os Sintomas?
  • • Como descobrir se tenho miomas?
  • • Agora que sei que tenho miomas, o que devo fazer?
  • • Tratamento Hormonal ou Cirurgia?
  • • Eu preciso remover meu útero?
  • • O que há de novo na cirurgia dos miomas do útero?
Obstetrícia
O que é?

É o conjunto de técnicas e conhecimentos empregados no cuidado de gestantes, parturientes, recém-nascidos e seus familiares.

O objetivo é garantir a normalidade no nascimento das crianças e a qualidade de vida da mulher.

Obstetrizes atendem às gestantes e, depois, às mães e aos recém-nascidos, durante o período neonatal – os primeiros 28 dias de vida.

Estes profissionais estão habilitados a realizar parto normal com uma equipe médica ou mesmo sozinhos.

Tratamento na Clínica
  • • Orientação pré-nupcial;
  • • Orientação Gestacional;
  • • Orientação Nutricional;
  • • Orientaçãp Psicológica;
  • • Orientação de Atividade Física;
  • • Ultra-som e Diagnóstico Fetal;
  • • Acompanhamento Pré-Natal e Parto Anormal.
Cirurgia do Pavimento Pélvico
O que é?

Os órgãos pélvicos são bexiga, útero, reto, vagina e uretra. É importante lembrar que uretra e vagina são órgãos também, e não apenas cavidades: elas tem paredes, como se fossem duas panquecas macias, de tamanhos diferentes. Observe na figura ao lado, como cada um destes órgãos fica posicionado em um local bastante preciso.

Imagine que durante o dia-a-dia, quando a mulher está em pé, a gravidade faria que todos estes órgãos descessem, se amontoando no fundo da cavidade pélvica. Mas isto não acontece, porque cada um destes órgãos está suspenso por elásticos biológicos chamados ligamentos.

Além destes ligamentos, os órgãos também são sustentados por uma espécie de cama elástica, sobre a qual eles repousam. Trata-se do assoalho pélvico, um conjunto formado por uma musculatura em formato de cama elástica (MAP), recoberta por fáscias. As fáscias são tecidos resistentes, semelhantes ao tecido dos ligamentos. A diferença é que ligamentos são roliços, como barbantes, enquanto que fáscias são tecidos, como um lençol, ou, mais precisamente, como a malha de um colant de ginástica. A MAP veste este colant de fáscias.

As fáscias e ligamentos do assoalho pélvico estabilizam os órgãos, enquanto que sua musculatura (a MAP) puxa estes órgãos para cima. Ela fica contraída mesmo sem vontade própria, durante praticamente todo o dia. O assoalho pélvico (a MAP, suas fáscias e ligamentos) tem formato de cama elástica. E toda cama elástica é presa lateralmente a um anel de ferro, para mantê-la esticada. Este "anel de ferro" da MAP é um anel ósseo, chamado anel pélvico.

Ruptura dos "elásticos suspensores"

No entanto, a propósito especialmente do parto, o assoalho pélvico pode ser lesionado. O tipo mais comum de lesão é quando uma parte do assoalho solta do anel pélvico, exatamente como se uma das amarras da cama elástica tivesse se soltado do anel de ferro que mantém a cama esticada.

Isso acontece, normalmente, em apenas um ponto. Quando este ponto é próximo da bexiga, o órgão perde parte de sua sustentação e acaba descendo, o que chamamos prolapso de bexiga, prolapso vesical ou cistocele. Podem ser lesionados os ligamentos, os músculos ou as fáscias.

Mas o ponto de lesão pode ser mais posterior, nos pontos de fixação do útero, que como a bexiga, também fica suspenso por ligametos e fáscias. Neste caso temos o chamado prolapso uterino ou histerocele. Para os casos de lesão nas partes mais posteriores do assoalho pélvico, perto dos pontos de sustentação do reto, temos a chamada retocele.

Consertando a ruptura

Como um tecido qualquer rompido, o assoalho pélvico pode também ser consertado. Para isto existem diferentes técnicas cirúrgicas, uma para cada tipo específico de lesão e local de lesão.

Infelizmente não é possível suturar osso, o que torna inviável a sutura da fáscia rompida novamente no anel pélvico ósseo. Felizmente existem outras técnicas que permitem corrigir a situação. É importante lembrar que a lesão, normalmente, acontece em apenas um (ou dois) pontos, e portanto o sucesso da cirurgia vai depender em muito da precisão do diagnóstico, ou seja, em se descobrir exatamente qual estrutura foi lesionada, e em qual ponto (local exato da lesão).

Histeroscopia
O que é?

Poucas pessoas sabem o que é histeroscopia e para que serve esse procedimento. Tampouco conhecem a importância desse exame que é peça chave quando o assunto é pólipo endometrial, miomas uterinos e câncer de endométrio, doenças que acometem muitas mulheres.

Os pólipos são lesões que podem ser precursoras do câncer de endométrio e acometem de 10 a 24% das mulheres, principalmente em torno dos 50 anos. Os miomas são responsáveis por provocar hemorragias e dificuldade para engravidar e acontecem em até 25% das mulheres em idade fértil.

Por dentro do assunto

A histeroscopia é um procedimento que permite a visualização do útero por dentro, a chamada cavidade endometrial, ou seja, a visualização da cavidade uterina através de endoscopia.

A histeroscopia diagnóstica é um exame realizado para observar a cavidade uterina, o canal cervical e a vagina. A grande vantagem é a possibilidade de ser realizada em ambulatório, sem o uso de anestesia e sem internação.

Outra conveniência é que, na maioria dos casos, ela pode ser feita sem a colocação de espéculo, "bico de pato", o que permite a realização do exame inclusive em mulheres virgens. Com a introdução do histeroscópio, que varia de 1,2 a 4 milímetros de diâmetro já é possível a visualização direta do interior desses órgãos.

Como é feita

A paciente deve estar em posição ginecológica e não pode estar menstruada - porque o sangramento atrapalha a visibilidade -, grávida ou com infecções genitais. Além disso, a maior parte das histeroscopias são realizadas em pacientes que já passaram da menopausa, uma vez que é nessa faixa etária que pólipos são mais comuns.

O procedimento consiste na introdução do histeroscópio pela vagina, que chega através do canal do colo uterino até a cavidade endometrial, levando luz ao seu interior, bem como soro fisiológico para distendê-la. Com uma câmera acoplada, que leva imagens até um monitor de TV, até mesmo a paciente poderá acompanhar o seu exame em tempo real. Em seguida ela poderá retornar às suas atividades cotidianas, sempre seguindo as orientações de sua médica.

A histeroscopia diagnóstica pode ser realizada sem anestesia, é rápida e, em muitos casos, como quando há pequenos pólipos, a retirada da lesão pode ser feita no mesmo ato, sem necessidade de internação. A maioria das pacientes queixa-se apenas de uma ligeira cólica durante o exame. A intensidade varia de acordo com o limiar de dor de cada mulher. Todos os exames são fotografados ou gravados.

Quando fazer

Quem solicita o exame é o ginecologista quando há suspeita de doenças dentro do útero. A histeroscopia pode ser realizada com dois objetivos. Um deles é completar a investigação de um problema, como um sangramento anormal depois da menopausa. O outro é para funcionar como uma cirurgia para, por exemplo, retirar um mioma que esteja dificultando um casal de engravidar ou causando hemorragias na mulher.

São muitas as situações que pedem esse exame. A principal é o sangramento anormal, mas a histeroscopia nunca é o primeiro exame a ser solicitado. Ela sempre deve ser feita depois da ultrassonografia pélvica.

A histeroscopia é capaz de mostrar pólipos e miomas da camada interna do útero - o chamado endométrio - malformações uterinas que podem provocar abortos e até esterilidade. Em alguns casos, até mesmo o câncer de endométrio pode ser diagnosticado através da histeroscopia diagnóstica, seguida, é claro, por biópsia.

Também é possível realizar a retirada de DIUs (dispositivos intra-uterinos) que não tem mais fio visível e auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de lesões do colo uterino causadas pelo HPV (Papiloma Vírus Humano).

Além dessas, outras situações são os casos de infertilidade, abortamentos de repetição, aderências, entre outras situações em que a histeroscopia auxilia na investigação e tratamento.

Cirurgia Robótica
O que é?

Os recentes avanços na tecnologia da cirurgia robótica, um dos tipos da cirurgia minimanente invasiva, dão aos pacientes uma série de boas alternativas que não existiam há dez anos, oferecendo procedimentos minimamente invasivos, com significativas vantagens sobre as cirurgias convencionais.

A Cirurgia Robótica Minimamente Invasiva disponível para o tratamento de diversas patologias, pode beneficiar pacientes na diminuição da dor e do desconforto no pós-operatório, na diminuição de perdas sanguíneas durante o procedimento, no menor tempo de permanência no hospital e ainda oferece a oportunidade de retorno mais rápido às suas atividades diárias.